terça-feira, 16 de julho de 2019

"O Zodíaco" - Magda Nunes 17 julho - 15 agosto 2019


"O Zodíaco"

"Balança" (Libra)

17 julho - 15 agosto 2019

Magda Nunes apresenta a sua obra, uma recriação das figuras que identificam os signos do zodíaco. A composição gráfica tem como inspiração o bordado Madeira, típico da ilha, onde se enfatiza as suas formas e texturas recorrendo aos elementos vegetais e florais, específicos das peças artesanais, que possuem uma história e tradição. São representados vários pontos do bordado, evidenciando-se os caseados que contornam os corpos e preenchem os fundos. Este trabalho homenageia uma das heranças do povo Madeirense, o bordado Madeira e explora a técnica da pirografia.



 

terça-feira, 11 de junho de 2019

"Adelina e eu" by Maria Ângela Franco 14 June - 3 August 2019


"Adelina e eu"

Maria Ângela Franco

14 June – 3 August

 








Watercolour on paper   


About my work:

The set of works on display is based on the practice of registration on paper.
I focus on the technique of watercolor, but I explore transparencies, materialities and expressions with other techniques: drawing, collage and embroidery. I integrate several elements according to their visual strength (line, texture, matter) and transform the support in space to tell stories that are built with lines and dots, rhythms and movements. Paper becomes the place of gesture and heart. And so the affections take shape and a universe of emotions is born in the interaction of several elements: water-color-paper-air-lines-fabrics.

"Adelina and I" is the name of the exhibition. Adeline, it's my mother. I'm me.
In other words, the world you gave me, Mother!

segunda-feira, 20 de maio de 2019

"House is NOT Home" by Andorinha 5 April - 11 June 2019




Falar em profundidade sobre a distância poderia consistir numa tarefa muito complexa e morosa, mas é sabido que vários artistas trabalharam e continuam a trabalhar acerca deste tema. Talvez a construção de imagens consista num meio tão eficaz como a linguagem para explorar esta ideia.
Refletir sobre a noção de distância, por palavras ou através de imagens, pode servir para compreender o que significa a proximidade e isso implica necessariamente colocar em perspetiva a distância física e a distância emocional.

A minha proposta para a residência artística que realizei em Salzamt, na cidade austríaca de Linz, nasceu de uma necessidade de deixar o meu lugar para poder criar mais e melhor. Esta é uma necessidade que sinto em vários momentos, que sinto esporadicamente, como se de um ímpeto se tratasse. 

"É preciso sair da ilha para ver a ilha, não nos vemos se não saímos de nós" (José Saramago).

Na verdade, não poderia ter concretizado a viagem à Áustria num momento melhor. Passei o mês de Dezembro em Linz, um período em que todos se reúnem e em que todos se reencontram, uma época em que quase todos regressam a suas casas para passar as férias de Natal e estar em contacto estreito com a família.
Foi nesse contexto, distante de casa, que comecei a questionar a noção de "lar", partindo até do simples facto de ter sido capaz de me sentir “em casa” na casa onde vivi durante aquele mês de inverno. 

O que é realmente a nossa casa e o que é que isso significa?

De onde vem e em que é que consiste a sensação de “casa” que somos capazes de construir, mesmo em lugares distantes dos nossos lugares?



Speaking in depth about distance could be a very complex and time-consuming task, but it is well known that a number of artists have worked and continue to work on this subject. Perhaps the construction of images consists of a medium as effective as language to explore this idea. Reflecting on the notion of distance, in words or through images, can serve to understand what proximity means, and this necessarily entails looking at physical distance and emotional distance.


My proposal for the artistic residency that I held in Salzamt, in the Austrian city of Linz, was born of a need to leave my place in order to create more and better. This is a need I feel at various moments, which I feel sporadically, as if from an impetus.

"It is necessary to leave the island to see the island, we do not see each other if we do not leave" (José Saramago).


In fact, I could not have made the trip to Austria at a better time. I spent the month of December in Linz, a time when everyone meets and meets everyone, a time when almost everyone returns to their homes to spend Christmas holidays and be in close contact with the family. It was in this context, far from home, that I began to question the notion of ‘home’ starting even from the simple fact that I was able to feel ‘at home’ in the house where I lived during that winter month.

What is really our home and what does it mean?


Where does the sense of ‘home’ that we are able to construct come from, even in places far from our place?




quarta-feira, 17 de abril de 2019

quarta-feira, 3 de abril de 2019

Affordable Art in Loja 05

Bettina Radatz small ink drawings
Eva Askulv poster of Madeira


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terça-feira, 26 de março de 2019

I I I by Miguel Leitão Jardim






I I
I

“The conscience is the last phase of the evolution of the organic system, by consequence, it is also what is less finished and less strong in this system.” [1]


The 3, say the Chinese, is a perfect number, the expression of totality, of conclusion: nothing can be added to it. “The fundamental reason of this ternary universal phenomena must be undoubtly searched within a metaphisic of the composed and contingent being, in a global vision of unity-complexity of all beings in nature, and that is summarized in the three phases of existence: birth, growth, death.” [2] This phenomena also derives from the mathematical representation of the concept of the reproduction of species: 1 + 1 = 3.

Three series of nine photographs each are presented, around the question of individual conscience:

1. From the lights of which life is made of and the objects that they lit in a certain way. What are they? Illusions? Revelations? Access doors to enlightenment?

2. The body is finite. Is there an equal path to conscience? Does it access to enlightenment ou just simply renews itself?

3. The conscience contemplates the ideas, as thought by Plato, returns to its essence, melting with the most infinate particles of the Universe? And how does one photograph conscience?

Miguel Leitão Jardim, 2018.


Friedrich Nietzsche in “The Gay Science”, 1996, p. 47, Guimarães Editors.

[2]
in “Dictionary of the Symbols”, J. Chevalier and A. Gheerbrant, 1997, pp. 654-657, ed. Reader’s Circle.


Series II


1 Feburary - 28 March 2019