quarta-feira, 28 de novembro de 2018

In the Pink - a group exhibition 30 November - 25 January 2019


A group exhibition based on the idea of 'in the pink', which means
'in extremely good health and spirits'. Each work will have an element of pink in it.

Uma exposição coletiva baseada na ideia de "no rosa", que significa
"saúde e espírito extremamente bons". Cada trabalho terá um elemento rosa nele.


30 November 2018 -  25 January 2019 

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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

“Quatro Voos No Tempo” 16 de novembro ate 19 de janeiro


“Quatro Voos No Tempo”




Uma exposição coletiva de quatro artistas locais | a group exhibition of four local artists:

Sílvia Marta, Alzira Maltez, Lúcia Maria Francisco, and Magda Nunes



16 November – 19 January




Quatro caminhos traçados em que as crenças e as memórias marcaram de modo diferente a vida de quatro pessoas. Em comum têm o tempo, ou a falta dele.

Uma caminhada para a fé, ou serão sementes de fé que levam a acreditar que existe algo mais para além do que nós vemos? Um mundo e um tempo invisível das moléculas, das células.

Um outro caminho é mais detalhista, que invade a procura das memórias de infância, desde a realização do dote aos fragmentos da candura da natureza, um rodopio constante de transmutação das emoções.

E que tal entrar agora numa viagem no tempo e carregar um baú cheio de coisas boas? É uma viagem sem regresso. E se esse tempo for o tempo de uma vida, o caminho para casa? E agora que finalmente chegou a casa, depois de adulta, quer voltar a compartimentar. Tem muitos baús onde guarda tudo, paisagens, o pôr do sol, emoções, até mesmo o gato e os cheiros!

Mas também há o caminho que nos remete para o ciclo da vida. O tempo que é cíclico, o nascer e o renascer. No fundo estamos todos presos ao tempo, às raízes, à família. Alguns estão presos por vontade, outros por necessidade, mas precisamos de encerrar ciclos.





Alzira Maltez







Four paths traced in which beliefs and memories marked the lives of four people differently. In common they have the time, or the lack of it.

A walk to faith, or will it be seeds of faith that lead one to believe that there is something beyond what we see? A world and an invisible time of molecules, of cells.



Another path is more detailed, which invades the search for childhood memories, from the realization of the dowry to fragments of nature's candor, a constant swirl of transmutation of emotions.



And how about entering now a time travel and carrying a chest full of good things? It is a journey without return. What if this time is the time of a life, the way home? And now that she has finally arrived home, as an adult, she wants to re-compartmentalize. It has many chests where it holds everything, landscapes, the sunset, emotions, even the cat and the smells!



But there is also the path that leads us to the cycle of life. The time that is cyclical, the rising and the rebirth. In the background we are all attached to time, to roots, to family. Some are bound by will, others by necessity, but we need to close cycles.



Alzira Maltez

terça-feira, 10 de julho de 2018

"It's Just a Thought" by Bettina Charlotte Radatz 14 July - 15 September 2018


Bettina Charlotte Radatz
It's Just a Thought

An Exhibition of Paintings, Ceramics and Sculpture


"The Whale's Dream"
Ceramic tile on mdf

An exhibition of paintings by this German-born Madeira-based artist. Her art has turned more into the abstract and sometimes metaphysical. Her special ability is intuitive painting in a gestural expressive way.


Bettina Charlotte’s career as an artist began after a long life of exploration. Although she has traveled around geographically too, Berlin/ Germany had been her base for 54 years – in 2013 this has changed as she decided to move to the Portuguese island of Madeira. 

Before starting her artistic career Bettina Charlotte has explored different professions: she travelled the world as flight attendant for Lufthansa, she learned to be and worked as professional photographer, studied adult education and worked with adults for many years, was self employed and worked as systemic life coach in Berlin, Germany – these professions have given her a wide horizon of different elements of life. Because of her constant drive to be creative, art has always accompanied her during times of other professions and in 2013 she finally decided to work as full time artist when she moved to the island of Madeira to be part of the local artist community.

Perhaps because of all this together–getting to know so many earthly professions–her art has turned more into the abstract and sometimes metaphysical. Her special ability is intuitive painting in a gestural expressive way – she calls it “The Art to Listen to Your Heart” which she also teaches in workshops in Berlin/ Germany and Funchal, Madeira.


"Who Am I?"

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Kyo Sampo by Kazumi Taketomo Loja 04


Kyo Sampo
an exhibition by Kazumi Taketomo

“Kyo” has double meaning of Kyou of Kyoto and Kyou今日of today
“Sampo” is a stroll, a walk

I was born and still live in Kyoto where you find lots of historical temples and shrines. Many tourists from Japan and from overseas visit all the time. However my favourite places are the alleyways more than the main streets. I prefer to hang round where the locals go than to the tourist spots. I prefer weekdays to weekends or holidays. I like more ordinary life than formal events.

I always wander about in Kyoto, looking for my “favourites”, in other words, my adorable places, time, things, people, and the atmosphere. I pop into old local cafés, which the aged owner opens for his regular customers. I go to the antique market, which takes place once a month in a shrine of god of study. I chat with the owner of the old sento (public bath) where he opens jazz concerts once in a while. I go to Japanese sweet shops and restaurants where they present different sweets changing with the seasons. I go to see some meaningful events in temples and shrines though they are not strikingly famous. I enjoy the flowers blooming each season.

I draw the world where you can find my favourite things that I see in Kyoto. It is actually not a sketch of the real scenery it is a sketch of my Kyoto and how I like to see.




Kyou Sampo (titulo da exposição)

“Kyo” tem duplo significado, Kyou de Kyoto e Kyou今日 do hoje
“Sampo” é um passeio

Eu vivo em Kyoto, onde tu podes encontrar muitos templos e santuários históricos. Muitos turistas do Japão e do exterior visitam a cidade durante o ano. Os meus lugares favoritos são os becos, muito mais do que a rua principal.
Eu prefiro passear nos espaços frequentados pelos habitantes locais e menos nos pontos turísticos. Eu prefiro dias úteis a fins de semana ou feriados. Eu gosto mais de coisas quotidianas do que eventos formais.
Gosto muito de passear em Kyoto, procurando os meus “favoritos”, por outras palavras, os momentos, as coisas, as pessoas, o ambiente, os meus lugares adoráveis. Entro nos cafés locais antigos, onde o velho proprietário abre as portas aos seus clientes regulares.
Passo no mercado de antiguidades que acontece uma vez por mês em Jinja, um templo Shinto do deus da sabedoria. Converso com o dono do velho “sento” (banho público), um espaço onde ele organiza, de forma original, concertos de jazz de vez em quando.
Entro nas confeitarias especializadas em doces japoneses e restaurantes tradicionais, onde os produtos mudam com as estações. Vou ver alguns eventos em templos e santuários, mais pelo seu significado histórico do que pela sua fama. Eu gosto das flores que florescem nas diferentes épocas do ano.
Os meus desenhos representam o mundo das minhas coisas favoritas que eu aprecio em Kyoto. Na verdade, não registo o cenário real, mas desenho o meu Kyoto, uma espécie de combinação daquilo que os meus olhos captam, as minhas coisas favoritas.
Através da minha arte, abro uma janela e, partilho a minha vida quotidiana em Kyoto.






sábado, 7 de abril de 2018

"O Ultimo Jardim" - an exhibition by Jose Zyberchema









"O Ultimo Jardim" - uma exposição de Jose Zyberchema
 

Os cemitérios são o nosso "último jardim"

Espaço de descanso para o corpo temporal ...

Lugar da memória ...

Reflexão da memória ...

Às vezes bem cuidado e outros em abandono ...



A presente exposição é composta por:

Pequenas reproduções dos "jardins" nos cemitérios da ilha da Madeira e da ilha do Porto Santo.

Projeção de imagem de cemitérios

Objeto coletado em um dos cemitérios

Caderno fotografico com imagens dos cemitérios, acompanhado de um elemento floral recolhido em um dos cemitérios






"O Ultimo Jardim" - an exhibition by Jose Zyberchema


The cemeteries are our "last garden"

Space of rest for the temporal body ...

Place of memory ...

Reflection of memory ...

Sometimes well taken care of and others in abandonment ...



The present exhibition is composed of:

Small reproductions of the "gardens" in the cemeteries of the island of Madeira and the island of Porto Santo.

Image projection of cemeteries

Object collected in one of the cemeteries

Caderno fotografico with images of the cemeteries, accompanied by a floral element collected in one of the cemeteries

Até 10 de maio